car@s,
na reta final da escrita da minha dissertação de mestrado na UFRJ, lembrei-me deste espaço que, no nomadismo do último ano, ficou esquecido. Agora, reterritorializando e fechando ciclos, espero aparecer mais por aqui.
O filósofo negro que quer rever as reparações coloniais
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Entrevistamos Olúfémi Táiwò (Femi). Nascido nos EUA, com raízes nigerianas,
ele dispara: para reverter os desastres do eurocentrismo, o central não são
n...
Há um dia


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