domingo, 4 de novembro de 2012

Seminário Entretenimento, Felicidade e Memória: Forças Moventes do Contemporâneo, 13 e 14 de novembro, na Casa da Ciência-RJ



O Seminário Entretenimento, Felicidade e Memória: Forças Moventes do Contemporâneo é um evento comemorativo dos 20 anos do NEPCOM, um dos mais atuantes núcleos de pesquisa da Escola de Comunicação da UFRJ. Professores de distintas universidades estarão reunidos para discutir três eixos de investigação que vêm sendo explorados, de maneira sistemática, pelos pesquisadores do NEPCOM: o entretenimento, a felicidade e a memória, aspirações ou recursos fundamentais para a mobilização dos indivíduos na contemporaneidade (ver a programação abaixo). O seminário é aberto ao público, com entrada gratuita. Basta fazer a inscrição no site http://seminarionepcom.wordpress.com/, até o dia 11 de novembro (ou até o limite máximo de lotação do auditório).

Local: Auditório da Casa da Ciência, campus da Praia Vermelha da UFRJ. Rua Lauro Müller n. 3, Botafogo Rio de Janeiro (RJ).

13 de novembro (terça-feira)

8h30 – 9h30 – Credenciamento

9h30 – 10h – Welcome coffe

10h – 10h30 – Mesa de abertura
Ana Paula Goulart Ribeiro, João Freire Filho e Micael Herschmann.

10h30 – 13h – Mesa 1 – Forças moventes do contemporâneo
Moderadora: Suzy dos Santos (UFRJ)
Micael Herschmann (UFRJ) – Potencial movente da espacialidade e da música no Rio de Janeiro.
João Freire Filho (UFRJ) – “Autoestima é tudo”: anotações para um Dicionário de ideias feitas sobre a felicidade.
Ana Paula Goulart Ribeiro (UFRJ) – A memória e o mundo contemporâneo.

13h – 15h – Almoço

15h – 18h30 – Mesa 2 – A procura da felicidade
Moderador: João Freire Filho (UFRJ)
Rose de Melo Rocha (ESPM-SP) – Felicidade, consumo e consumação: manual de (in)suportabilidades.
Vera França (UFMG) e Paulo Bernardo Vaz (UFMG) – A felicidade trafega naAvenida Brasil?
José Luiz Aidar Prado (PUC-SP) – Felicidade biopolítica e os movimentos da máquina antropológica.
Paulo Vaz (UFRJ) – A felicidade segundo a razão farmacêutica: subjetividade, tecnologia e consumo de medicamentos na cultura contemporânea.

14 de novembro (quarta-feira)

10h – 13h – Mesa 3 – Lugares da memória
Moderadora: Ana Paula Goulart Ribeiro (UFRJ)
Marialva Barbosa (UFRJ) – O passado que nos afeta e nos consome: o esquecimento como ação memorável dos meios de comunicação.
Bruno Souza Leal (UFMG) – Cenas da atualidade em tensão: aproximações à experiência temporal de narrativas jornalística.
Katia Lerner (Fiocruz) – Memória, mídia e narrativas de sofrimento.
Mauricio Lissovsky (UFRJ) – Cinema e fotografia: em busca do elo perdido.

13h – 15h – Almoço

15h – 18h30 – Mesa 4 – Sonoridades e entretenimento
Moderador: Micael Herschmann (UFRJ)
Alex Medeiros (TV Globo) – Desafios da programação musical em TV Aberta.
Jeder Janotti Junior (UFPE) – Partilhas do comum: cenas musicais e identidades culturais.
Simone Pereira de Sá (UFF) – Arte sonora, audibilidades e tecnologias na perspectiva das materialidades da comunicação.
Adriana Amaral (UNISINOS) – Desfrute do abuso: questões de gênero e disputas simbólicas na cena industrial.
Felipe Trotta (UFF) – Forró eletrônico: a sonoridade de uma música periférica de massa.

sábado, 3 de novembro de 2012

"Heterocronia e metaestabilidade em David Claerbout", artigo recém-publicado em e-book da Rede ICCI


O Seminário ICCI – Imagens da Cultura / Cultura das Imagens nasceu de uma cooperação ERASMUS (cooperação e circulação de professores e estudantes entre Universidades europeias) entre a Universidade Aberta e a Universidade de Múrcia e com a cooperação do Núcleo de Pesquisa em Hipermédia da PUC-SP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Brasil) tendo como objetivo a Internacionalização da investigação e a ligação entre investigadores das diversas Universidades e grupos de investigação envolvidos no projeto. Protagonizaram a iniciativa os Professores Pedro Hellín da Universidade de Múrcia, Sérgio Bairon da Pontifícia Universidade de São Paulo, atualmente professor na Universidade de São Paulo e José da Silva Ribeiro da Universidade Aberta.

A Universidade Mackenzie esteve presente desde a primeira hora e o programa de pós-graduação em Educação, Arte e História da Cultura organizou a 3ª Edição do Seminário em Agosto de 2007 e o Grupo de pesquisas Design, Arte: linguagens e processos, com a importante cooperação dos coordenadores dos Grupos Temáticos do Seminário, organizou a 7ª Edição do ICCI. No âmbito da realização do V Seminário ICCI na Universidade de Sevilha foi criada uma rede de grupos de pesquisa implicada nos mesmos objetivos de cooperação científica internacional no âmbito das ciências sociais e da comunicação, focalizada nas temáticas da imagem e da cultura visual e sonora e as questões da interculturalidade e do transnacionalismo, numa perspetiva interdisciplinar.

David Claerbout, Vietnam, 1967, near Duc Pho (reconstruction after Hiromichi Mine), 

Como resultado da 7ª edição do ICCI, acaba de ser publicado o e-book Antropologia, arte e sociedade. 7º Seminário Internacional Imagens da Cultura / Cultura das Imagens, organizado por Ariane Daniela Cole e José da Silva Ribeiro. Abaixo segue o resumo do texto que apresentei no Seminário, parte da minha pesquisa de mestrado na ECO/UFRJ, e que está publicado integralmente no livro eletrônico.


"Heterocronia e metaestabilidade em David Claerbout"

Thomas Levin (2006) forjou o conceito de imagem heterocrônica para dar conta de um conjunto de imagens que, produzidas digitalmente, colapsavam a distinção formulada na estética de Gothold Ephraim Lessing entre Nacheinander (sequencial) e Nebeneinander (justaposto). Para Lessing esses dois termos articulam duas lógicas estéticas diferentes: Nacheinander indica o desenrolar da ação no tempo e pode ser entendido como narrativa; Nebeneinander consiste na visibilidade da ação através da co-existência de suas partes no espaço e pode ser entendido como imagem. O nosso atual momento histórico-midiático transicional, marcado pelo advento da imagem digital em movimento, caracteriza-se pelo colapso dessas duas categorias opostas. A fim de escrutinar as implicações deste colapso, propomos uma análise de algumas obras do artista belga David Claerbout à luz da noção de heterocronia e do conceito de metaestabilidade, postulado por Gilbert Simondon (1964) para dar conta de sistemas cuja estabilidade não significa o apagamento da indeterminação inerente ao devir.

Palavras chave: imagem digital, heterocronia, metaestabilidade, David Claerbout, arte contemporânea

O e-book, com o texto na íntegra, pode ser acessado aqui.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Lançamento carioca do novo livro de Hermínio Martins "Experimentum Humanum"



Cineclube Ciência em Foco: Para onde caminha a humanidade?




Um dos cineclubes mais bacanas do Rio (pela temática, curadoria, debatedores e continuidade!) terá próxima sessão às 16h do dia 3 de novembro. O filme exibido será 2001: Uma Odisséia no espaço, de S. Kubrick e quem fala depois da exibição é Fernando Santoro, professor do IFCS. O cineclube acontece todo primeiro sábado do mês, na Casa da Ciência (ali atrás do Rio Sul).

Abaixo, o texto de divulgação que tá lá no blog do cineclube que, por sinal, tem um conteúdo bem bacana! Vale a pena conferir: http://cineclubecienciaemfoco.blogspot.com.br/ 




Assistir a uma obra-prima da ficção científica. Este é o convite do Ciência em Foco de 3 de novembro. O filme de Stanley Kubrick (que escreveu o roteiro juntamente com Arthur C. Clarke) data de 1968, porém conserva até hoje sua enigmática atualidade. Talvez, por isso, a palestra a ser realizada pelo professor da UFRJ Fernando Santoro, após a exibição, faça referência a Parmênides, filósofo grego nascido em 530 a.C..

Para Fernando, os versos atribuídos ao filósofo da cidade de Eleia – “Brilho noturno de luz alheia vagando em torno à Terra” – aparecem como o testemunho mais antigo de conhecimento científico do fenômeno da projeção solar em outro corpo celeste, cuja peculiaridade está em obter pela reflexão do pensamento um resultado totalmente diverso do que nos oferecem as aparências. Em 2001: uma odisseia no espaço está o desafio em compreender para além das aparências o sentido da própria evolução humana.

Sob o argumento de estabelecer contato com um fabuloso monólito negro que parece emitir sinais de outra civilização, uma equipe de astronautas, liderada pelos experientes David Bowman (Keir Dullea) e Frank Poole (Gary Lockwood), é enviada à Júpiter. Há, porém, outro tripulante na nave Discovery: o computador HAL9000, que controla a missão e dialoga com a tripulação, até o momento em que planeja exterminá-la. Sua dimensão de máquina em constante aprendizado lhe oferece o pior dos sentimentos: o medo da morte ou, em contrapartida, a avidez por conhecer o próprio sentido da existência.

Na trilha sonora, a inesquecível valsa Danúbio Azul, de Johann Strauss II, e o famoso poema sinfônico de Richard Strauss, Assim Falou Zarathustra,acompanham como num balé os fabulosos saltos de conhecimento da humanidade desde a pré-história ao desconhecido futuro, traduzidos em imagens e efeitos visuais que valeram ao filme o Oscar de Melhor Efeitos Visuais.

Imperdível!

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Os anais do "V Seminário Nacional de Pesquisa em Arte e Cultura Visual: Geopolítica, arte e cultura visual" já estão on-line



Em junho deste ano aconteceu, em Goiânia, o V Seminário Nacional de Pesquisa em Arte e Cultura Visual. Estive lá para apresentar trabalho sobre os estatutos da linguagem e da imagem na poética de Camilo Pessanha, simbolista português. O texto completo da minha apresentação encontra-se disponível aqui.

Além disso, todas as comunicações e conferências que integraram o evento podem ser acessadas aqui.



Cineclube na Praia Vermelha: Quem são os Guarani-Kaiowá?


Hoje, os CAs da Praia Vermelha em parceria com o Cineclube Cinerama vão exibir o curta “À Sombra de um Delírio Verde” que fala sobre a questão dos indígenas Guarani-Kaiowá, etnia que vem sido dizimada e brutalmente explorada pelo agronegócio no Estado do Mato Grosso do Sul.

Sinopse
Na região Sul do Mato Grosso do Sul, fronteira com Paraguai, o povo indígena com a maior população no Brasil trava, quase silenciosamente, uma luta desigual pela reconquista de seu território. Expulsos pelo contínuo processo de colonização, mais de 40 mil Guarani Kaiowá vivem hoje em menos de 1% de seu território original. Sobre suas terras encontram-se milhares de hectares de cana-de-açúcar plantados por multinacionais que, juntamente com governantes, apresentam o etanol para o mundo como o combustível “limpo” e ecologicamente correto. Em meio ao delírio da febre do ouro verde (como é chamada a cana-de-açúcar), as lideranças indígenas que enfrentam o poder que se impõe muitas vezes encontram como destino a morte encomendada por fazendeiros."

Tempo: 29 min
Países: Argentina, Bélgica e Brasil
Narração: Fabiana Cozza
Direção: An Baccaert, Cristiano Navarro, Nicola Mu

Quinta, 1º de Novembro de 2012, às 18h30min
UFRJ - Campus Praia Vermelha, em frente ao Palácio Universitário

Venha ficar por dentro desse debate! O cineclube será ao ar livre, por isso traga sua canga para ficar à vontade.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Seminário Cultura das Mídias: Caminhos Críticos no Audiovisual



O Grupo Mídia e Narrativa, o Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social e a Faculdade de Comunicação e Artes da PUC Minas realizam nos dias 8 e 9 de novembro o Seminário Cultura das Mídias: Caminhos Críticos no Audiovisual. 

O seminário é gratuito e as fichas de inscrição estão disponíveis no portal da Faculdade de Comunicação e Artes da PUC Minas (www.fca.pucminas.br). O evento acontece em Belo Horizonte, no campus Coração Eucarístico, prédio 13, multimeios 317.

Mais informações e envio das fichas de inscrição pelo e-mail cci@pucminas.br


Programação

08 de novembro
9h00
Abertura

9h30
Vera França (UFMG)
Crítica e cultura midiática: o papel da crítica na teoria e nos estudos comunicacionais

14h00
Mesa 1 – Cultura fílmica e violência: representações do crime na tela
Vera Lúcia Follain de Figueiredo (PUC RIO)
Violência urbana nas telas brasileiras: figurações do outro em perspectiva distópica.
Bruno Costa (PUC MINAS)
A meia-luz da verdade melancólica em Sobre meninos e lobos
Glória Gomide (PUC MINAS)
House, MD, e as matrizes do gênero policial
Mediadora: Teresinha Cruz Pires (PUC MINAS)

16h30
Lançamento do livro Profissão Repórter em diálogo, organizado por Rosana de Lima Soares e Mayra Rodrigues Gomes.


09 de novembro
9h00
Mesa 2 – Televisão, crítica e cultura
Felipe Muanis (UFF)
A pior televisão é melhor que nenhuma televisão
Ércio Sena (PUC MINAS)
Usos e relações com a tevê
Márcio Serelle (PUC MINAS)
Cultura e escritura: às voltas com o antropológico no reality show
Mediador: Marcos Palmer (PUC MINAS)


14h00
Mesa 3 – A cena e a obscena no cinema latino-americano.
Rosana de Lima Soares (USP)
Políticas da representação: visibilidades e invisibilidades encenadas
Samuel Paiva (UFSCar)
A busca por um cinema físico no Brasil (desde a década de 1960)
Robertson Mayrink (PUC MINAS)
Na fronteira. Os diretores mexicanos contemporâneos entre o terceiro cinema e Hollywood
Mediador: Mozahir Salomão Bruck (PUC MINAS)

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Imagens proativas do corpo e da cidade #coneco2012


Semana passada aconteceu o CONECO 2012 - Congresso de Estudantes de Pós-Graduação em Comunicação, na Uff, em Niterói. Colo aqui, na correria da madrugada de trabalho, o resumo do trabalho que apresentei na última sexta-feira, a partir do meu projeto do doutorado.



Imagens proativas do corpo e da cidade: Sobre interior/exterior na era da informação

Propomos uma cartografia das inflexões contemporâneas nas relações entre corpo e cidade, a partir da emergência de uma nova geração de dispositivos de visibilidade. Tais dispositivos caracterizam-se pela convergência de tecnologias digitais de produção de imagens e softwares de análise e identificação automática de padrões de funcionamento, que permitem ao dispositivo não apenas registrar processos dinâmicos, mas também monitorar e intervir diretamente em tais processos, através de ações previamente programadas. Dentro do crescente campo de aplicação de tais dispositivos, iremos circunscrever nossas análises ao que ficou conhecido como a terceira geração das tecnologias de vídeo-vigilância ou “vídeo-vigilância inteligente” e aos últimos desenvolvimentos nas tecnologias médicas de imageamento corporal que, mais do que localizar no corpo a zona de origem de determinadas doenças ou traços definidores da identidade pessoal, inserem-se no próprio processo de intervenção cirúrgica.

Ao analisarmos esses dois contextos de aplicação dos dispositivos “inteligentes”, nos instalaremos em um ponto de tensão privilegiado para o entendimento dos deslocamentos contemporâneos nas relações entre corpo e cidade. Partiremos da inscrição dos sujeitos contemporâneos em uma zona-limite, marcada pelas inconciliáveis posições que lhes são atribuídas através das partilhas agenciadas pelos dispositivos de vigilância e de imageamento corporal. Pois, se os regimes de vigilância ancoram-se em uma retórica que articula o espaço exterior, público, como uma instância ameaçadora e o espaço interior, privado, como o lugar da segurança; as tecnologias de produção de imagens médicas do corpo, supõem o interior do corpo como o lugar de ameaça, enquanto o exterior se constitui como ponto de origem das intervenções clínicas, que garantiriam integridade física.

Formularemos nossa hipótese a partir da suspeita de que os dispositivos “inteligentes” de produção e análise da imagem, ao articularem o monitoramento autônomo e a capacidade de intervenção à distância como parte de seu programa, dão mais uma “volta no parafuso” do processo de tradução do corpo e do espaço em termos informacionais. Este processo, que foi frequentemente pensado a partir de uma ontologia da imagem digital, se complexifica à medida que o objeto técnico, a máquina de visão, neste contexto, através de uma programação informacional prévia, tem como horizonte a retirada, do interior do dispositivo, do interpretante humano da imagem. Assim, a conversão do mundo sensível em informação não opera apenas no nível da configuração da imagem digital, mas vai operar em um registro, mais complexo, no qual determinadas configurações de dados implicarão uma intervenção direta no mundo sensível, e tal ação prescindiria (no caso da realização ideal do programa desses dispositivos) do mediador humano.

Há, portanto, um nível de digitalização que se inscreve na superfície da imagem e que, embora desencadeie determinados modos de subjetivação, passa por um mediador humano que, em um engajamento hermenêutico-afetivo, é capaz, ainda, de cartografar as fronteiras que definem, a partir das zonas de ameaça, interior e exterior. Mas iremos pleitear que há um outro nível de digitalização, que estaria sendo gestado no cerne dos emergentes “dispositivos inteligentes de visibilidade”. Neste caso, o nível superficial da digitalização permanece (pois segue havendo uma tradução do mundo em imagem informatizada), mas o dispositivo, que é programado para tratar tais informações, a partir de algoritmos cuja lógica de funcionamento é automática e proativa, performatiza, sem uma necessária mediação humana, ações no mundo material exterior à imagem, de modo que a informação entra em uma relação horizontal, des-hierarquizada, com o corpo e com a cidade, não havendo o privilégio ontológico de nenhum destes três elementos sobre os demais.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Seminário "Cultura / Políticas Públicas: a conexão acadêmica"


Abertura na Escola de Música da UFRJ, na Lapa.  A partir de quinta-feira, na Sala Pedro Calmon, Fórum de Ciência e Cultura, Campus da Praia Vermelha da UFRJ

Neste link, a descrição completa, com as ementas das mesas e os curriculos dos participantes: http://www.pacc.ufrj.br/seminario-cultura-politicas-publicas-a-conexao-academica/

ABERTURA - Quarta-feira, 12 de setembro, às 18h - Escola de Música, UFRJ
“Poder sentar um pouco à beira da estrada” - Marcio Meirelles, Diretor do Teatro Vila Velha e ex-Secretário de Cultura da Bahia

Quinta-feira, 13 de setembro, das 9h às 12h30 - Sala Pedro Calmon
AÇÕES, CONCEITOS E POLÍTICAS DE PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL: A INSERÇÃO ACADÊMICA EM QUESTÃO.
Marta Zambrano – Departamento de Antropologia da Universidad Nacional de Colombia
Claudia Marcia – Centro de Folclore e Cultura Popular, IPHAN, MinC
Antônio Carlos Vieira – Museu da Maré, Rio de Janeiro
Spirito Santo – Grupo Vissungo e Musikfabrik, curso livre da UERJ
Moderador: Samuel Araújo – Escola de Música da UFRJ

Quinta-feira, 13 de setembro, das 14h30 às 18h
OUTRAS EPISTEMOLOGIAS E A ACADEMIA
José Jorge de Carvalho – Departamento de Antropologia da UnB
Rosângela Araújo – Faculdade de Educação da UFBA
Rosângela de Tugny – Escola de Música da UFMG
Júlio César de Tavares – Departamento de Antropologia da UFF
Moderadora: Liv Sovik – Escola de Comunicação/ Programa Avançado de Cultura Contemporânea, FCC, UFRJ

 Sexta-feira, 14 de setembro, das 9h às 12h30
A CULTURA COMO ALAVANCA DO DESENVOLVIMENTO: A ATUAÇÃO DA UNIVERSIDADE 
Cláudia Pfeiffer – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da UFRJ
Heloisa Buarque de Hollanda – Programa Avançado de Cultura Contemporânea,FCC, UFRJ
Paul Heritage – Teatro, Queen Mary University of London / People’s Palace Projects
Silvia Esteves – ex-diretora de Bibliotecas e Centros Culturais da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte
Moderador: Victor Hugo Adler Pereira – Instituto de Letras, UERJ

Sexta-feira, 14 de setembro, das 14h30 às 18h
MODELOS DE GOVERNANÇA, ACADEMIA E PARTICIPAÇÃO SOCIAL
Edson Cardoso – Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Governo Federal
Eliane Costa – Programa Avançado de Cultura Contemporânea, FCC, UFRJ
Wanderley Guilherme dos Santos – Presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa, MinC
Albino Rubim – Secretário de Cultura do Estado da Bahia
Moderadora: Adriana Facina – Departamento de História, UFF

Organização do Seminário:
Samuel Araújo –  Escola de Música da UFRJ 
Liv Sovik – Escola de Comunicação/Programa Avançado de Cultura Contemporânea, FCC, UFRJ
Assistente: Camila Lima – Escola de Comunicação, UFRJ
Entrada franca.

O evento é fruto do projeto interinstitucional "Democratização Cultural e Políticas Públicas: um debate interdisciplinar", realizado entre a UFRJ (EM e ECO), UFF (História) e UERJ (Letras) e financiado pelo edital 12/2008 (Pró-Cultura) da CAPES.

Pesquisadores principais do projeto interinstitucional "Democratização Cultural e Políticas Públicas: um debate interdisciplinar":
Samuel Araújo – Escola de Música da UFRJ (Coordenador)
Adriana Facina – Departamento de História da UFF
Liv Sovik – Escola de Comunicação/PACC-FCC, UFRJ
Victor Hugo Adler Pereira – Instituto de Letras da UERJ
Apoio
CAPES
Ministério da Cultura
Programa Avançado de Cultura Contemporânea/FCC/UFRJ
Realização
UFRJ - Escola de Música, Escola de Comunicação e Fórum de Ciência e Cultura
Endereços
Sala da Congregação da Escola de Música, UFRJ
Rua do Passeio, 98 – Centro – RJ
(21) 2240-1391 | 2532-4649

Sala Pedro Calmon
Av. Pasteur, 250, 2º andar – Palácio Universitário do Campus da Praia Vermelha.
(21) 2295-2346

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